26

ago

entrevista blindness

mais vídeos, agora das respostas das atrizes Alice Braga e Julianne Moore e do diretor Fernando Meirelles:

Fernando Meirelles fala sobre as cenas de destruição em Sampa

Fernando Meirelles fala sobre a produção de Blindness

Fernando Meirelles fala sobre as cenas cortadas em Blindness

Julianne Moore fala sobre sua participação em Blindness

Julianne Moore fala sobre as cenas cortadas em Blindness

Alice Braga fala sobre sua participação em Blindness

Alice Braga fala sobre as cenas cortadas em Blindness

26

ago

Videos da Coletiva do Blindness

Alguns vídeos que fiz na coletiva de imprensa:

Fernando Meirelles comenta a reação de José Saramago

Os Atores Chegando à Coletiva

Sessão de fotos e a muvuca dos repórteres

25

ago

ensaio sobre a cegueira (blindness)

Começo esse blog sobre cinema com pompa. Assisti Ensaio Sobre a Cegueira (Blindness) graças à Virgínia. Aqui, minhas impressões.

É impossível não comparar filme e livro. A impressão que tive é que o filme é uma versão otimista da história. Todo o caos do livro é mostrado de forma muito sutil. Parece que a idéia em si, de que de repente todos estão cegos, é tão forte e perturbadora que o filme tenta passar a idéia que é possível superar isso.

Na coletiva a Alice Braga disse que durante as filmagens eles ficaram muito próximos e que nos intervalos faziam o possível pra que o ambiente fosse o muito positivo. O filme também faz isso. Procura nas brechas da história as possibilidades de esperança. Por isso, acho que o filme, apesar de muito fiel aos fatos do livro, é quase uma história paralela.

O que mais?

Pela primeira vez vi, em um filme, cenas de São Paulo como geralmente vemos New York, destruída e vazia.

Me chamou atenção uma hora em que num radinho de pilha o locutor fala em português de portugal. Perguntei ao meirelles (que metido!) e ele disse que era uma homenagem ao saramago. Merecida.

21

jan

“um bom retiro?” na cinemateca

Como parte das comemorações do aniversário de Sampa, a Cinemateca Brasileira fará a mostra CINEMATECA SP, com filmes recentes que têm a cidade como tema ou cenário.

Um Bom Retiro, fruto de uma oficina que eu participei, estará lá, dias 25.01 (SEXTA), 30.01 (QUARTA) e 06.02 (QUARTA).

18

jan

It´s a Long Way

Fui ver Meu Nome Não é Johnny
Quase no filnal, começa uma música
E eu louco
Começo a perguntar
QUE MÚSICA É ESSE MESMO???
Ninguém dá bola
É uma parte muito importante do filme
Nos créditos, eu me lembro
É It´s a Long Way, do Caetano
E foi gravada por um cantora londrina
Olivia Broadfield é o nome dela
Caramba, que interpretação!!!!!!
Vale a pena ouvir
No cinema!
Mais sobre ela:

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11

dez

curtas e surpresas

Fui hoje na abertura da Mostra do Audiovisual Paulista, onde um curta que fiz passou (e eu não pude ir…). Além de Trópico das Cabras, que era a estrela da noite, tive duas grandes e boas surpresas.

A primeira foi PASSENGER, de Kika Nicolela. Um video experimental bem impressionante, brincando com o efeito da luz sobre os pingos da chuva no vidro do carro. Uma brincadeira que eu fiz uma vez, mas com câmera de celular.

A outra veio de uma aluna da USP, Vera Egito. Espalhadas pelo Ar. Achei impressionante o modo como foi dirigido, com muita sensibilidade e carinho, sem perder o ritmo e a clareza. Mas o principal, que me impressionou tanto, foi o fato de que é uma história simples, mas que não desrespeita a inteligência de quem assiste. Acho que ainda não tinha visto um filme de um estudante de cinema tão redondo.

Depois de colocar esse post, vi que já tinha lido sobre esse curta, na Globo.com.

6

dez

um curta meu no cinemão!

dia 15/12 às 10h (da manhã mesmo) um curta meu (que ainda não tem nome) será exibido na mostra da AIC, no HSBC Belas Artes. chique não?

27

nov

Dogville


O Cinema tem um poder muito grande sobre as minhas emoções e sensações. Sempre que vejo um filme bom sinto que, por um tempo, percebo o mundo de maneiras diferentes. Acho até engraçado quando vejo um filme de investigação. Saio do cinema observando todo mundo, desconfiado. Quando assisti o filme Dia Noite, Dia Noite, em que os sons são super amplificados, saí na rua ouvindo cada pingo de chuva.

Mas isso tudo é passageiro e dificilmente um filme tem um poder a ponto de mudar minha vida, minhas escolhas e atitudes. E é exatamente isso que conseguiu esse filme. Assisti há umas 2 semanas, mas parece que está tudo aqui grudado nos meus pensamentos. A impressão que eu tenho é que pra todo sempre amém eu terei aquele filme como uma referência do comportamento humano, tão frágil e inconstante. O diálogo final da semi-deusa Nicole Kidman com James Caan é um dos mais incríveis que conheço e a morte do Tom era condição essencial para um fim com aquele impacto!

24

nov

“você NÃO VIU??????”


tenho uma lista interminável de filmes que não vi e ninguém acredita. filmes que todo mundo já viu, que todo mundo já viu milhões de vezes.
de todos esses filmes, com certeza o que causa mais espanto é Pulp Fiction. nao, eu nao vi Pulp Fiction. já sei tudo sobre o filme, já até fiz análise de algumas cenas, mas nunca assisti.

(merece um post: vi o filme. sensacional!)

23

nov

Sobre Cinema e Descobertas


era uma vez um cara que resolveu estudar cinema por gostar de contar histórias com uma câmera. e a descoberta de como fazer cinema acontecia junto com a descoberta do próprio cinema, esse cinema que deu origem ao termo de SÉTIMA ARTE.

esse cara, que descobria e se apaixonava pelo cinema ao mesmo tempo em que aprendia como fazê-lo, resolveu fazer um blog.

bem vindo!